A TEOLOGIA DA CORRUPÇÃO – DEUS NÃO NOS FEZ CORRUPTOS

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A TEOLOGIA DA CORRUPÇÃO – DEUS NÃO NOS FEZ CORRUPTOS
É chegada hora de acabar com o “jeitinho brasileiro”. (corrupção). Expressão esta que na Itália ela é conhecida como bustarella, os alemães a chamam de trink geld, os russos de vzyatha, os franceses de graisser la patte, os americanos e ingleses de payoff, os mexicanos de mordida e os espanhóis de por debajo de la cuerda. Temos que dar um basta nesse aforismo e crença que o brasileiro é corrupto, que somos assim mesmo, que faz parte da nossa cultura. É mentira! Já é hora de restaurar a credibilidade da Moralidade Pública. Temos que combater a degradação do caráter e travar uma guerra diária contra a extinção do senso ético, resultante da aquisição ou tolerância mesmo que involuntária e inconsciente de hábitos viciosos. A insensibilidade moral não é congênita e nem uma condição divina ou geográfica (América do Sul), ela é adquirida, tolerada ou incentivada. É uma decomposição da moral humana, a medida que a luz da razão vai se apagando e o homem se entrega à hábitos viciosos e ações torpes, a força do caráter vai se desvanecendo. Vamos dar um basta a esta ideologia e teologia, Deus não nos fez corruptos.

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