O DÉFICIT DE LEGITIMIDADE DA CÂMARA DE VEREADORES DE JOINVILLE – O ELEITOR QUER TER ORGULHO E NÃO VERGONHA!

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O modelo de legitimidade (legitimação) democrática baseada exclusivamente no direito do cidadão sufragar, periodicamente, seus representantes vem se revelando insuficiente, causando inequívoco déficit de representação da totalidade dos membros de uma comunidade. No caso do município de Joinville, mesmo numa análise superficial é possível verificar que a maioria dos membros do Poder Legislativo Municipal não representa a totalidade (pluralidade) do eleitorado municipal, mas apenas uma pequena parte da população, o que fez surgir a expressão “NÃO ME REPRESENTA”; gerando o elevado índice de reprovação da maioria de seus membros e a inequívoca vontade de RENOVAÇÃO. Isso tem vários motivos, dentre eles destacam-se o desinteresse do eleitor pela política (o que é as vezes até incentivado por alguns partidos), o voto inconsciente e vício no processo eleitoral quanto ao exercício da efetiva liberdade de voto (soberania popular) que é violada ou afastada pelo abuso do poder econômico ou político, fraudes (compra de votos, troca de favores, promessas, excesso de publicidade e etc.) e outros vícios que contaminam a legitimidade do pleito e consequentemente macula ou impede legitimidade representativa. Somente o voto consciente, fruto da razão pode mudar este quadro fático e instituir um novo Poder Legislativo Municipal que represente a totalidade dos eleitores de Joinville, em especial os que hoje não são representados e acima de tudo, os represente com honradez, ética, probidade, austeridade e competência. O Eleitor quer ter orgulho e não vergonha! (Prof. Marcelo Artilheiro).

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