Candidatura avulsa: pelo fim da partidocracia

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Infelizmente, em virtude da estrutura partidária no Brasil, que é medieval, os partidos são dominados e possuídos literalmente por caciques. Nossos partidos “morreram de overdose de poder”, os inimigos da democracia “estão no poder”. Nós o povo não temos uma identificação objetiva com os partidos que dizem nos representar.  Por sua vez, os partidos não possuem consistência programática ou ideológica, eles se notabilizam por uma total ausência de comprometimento com o povo, assim, não deve mais nos representar e monopolizar a política.

Ninguém deve ser forçado a se filiar a partido algum.  Temos ou não a liberdade? Se a tivermos, então não precisamos nos filiar para sermos candidatos. As candidaturas independentes são mais compatíveis com os princípios democráticos. Os partidos perderiam o monopólio das candidaturas e, por consequência, se veriam enfraquecidos e teriam que melhorar para atrair novos filiados, bem como demonstrar mais solidez em suas ideologias.  Por fim, as candidaturas avulsas ou independentes iriam promover a participação política da população, talvez, terminaríamos com o preconceito e desconfiança que os eleitores possuem com os candidatos (“são tudo ladrão”), pois os candidatos independentes não teriam vínculos ou compromissos com as velhas e corrompidas oligarquias políticas. Isso sim seria o início da reforma política. (Prof. Marcelo Artilheiro).

 

 

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